Governo apostado na aquacultura

O Ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Agostinho Mondlane, disse ontem, em Maputo, que os técnicos do sector, em especial os da aquacultura, devem se fazer ao terreno para trabalhar com as comunidades, produzindo, e não serem simplesmente técnicos de gabinete. ler mais… 
O governante falava durante a abertura oficial do IV Conselho Coordenador do Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas (MIMAIP).

Segundo Mondlane, deve ser promovida uma investigação científica que culmine com a produção de rações e alevinos de qualidade.

“Mas essa acção só pode resultar se for levada a cabo com base em realidade vivida no terreno. Não podemos permitir que as expectativas criadas com a realização do Fórum da Aquacultura e com a inauguração do Centro de Pesquisa em Aquacultura (CEPAQ) esmoreçam. É nossa responsabilidade fazer com que a bandeira da aquacultura continue bem içada no mastro mais alto do sector”, disse.

Para isso, Mondlane defende que é preciso continuar a trabalhar para a conclusão do processo de aprimoramento da proposta de Plano de Acção para o Desenvolvimento da Aquacultura (PADA), de modo que, em 2019, este instrumento possa ser aprovado e passe a servir de elemento dinamizador de uma aquacultura que se torne preponderante na economia nacional.
Mondlane disse ainda que as direcções provinciais têm o privilégio de possuírem sob a sua jurisdição um espaço geográfico concreto e uma população pronta a trabalhar e a produzir para o seu sustento e para o desenvolvimento do país.

“Os directores provinciais, porque conhecedores da área, têm o dever de estar na vanguarda, com acções desafiantes e com impacto positivo nas comunidades”, sublinhou.
“Queremos fechar o quinquénio com chave de ouro. Para tal, a acção dos directores provinciais é e continuará a ser determinante”, disse.
O IV Conselho Coordenador do MIMAIP tem como objectivo fazer radiografia do desempenho do sector no quadro do Programa Quinquenal do Governo 2015-2019, assim como perspectivar as actividades do próximo ano.O encontro de três dias está subordinado ao lema “Moçambique, impulsionando a exploração sustentável do mar e seus recursos”.

Fonte: Jornal Noticias, 13 de Dezembro de 2018

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